O uso do Índice de Barthel Modificado em idosos: contrapondo capacidade funcional, dependência e fragilidade

Juliana Balbinot Reis Girondi, Karina Silveira de Almeida Hammerschimidt, Francisco Reis Tristão, Darla Lusia Ropelato Fernandez

Resumo


Introdução: Estudo transversal descritivo realizado entre junho e dezembro de 2010. Objetivo: avaliar a capacidade funcional de um grupo de idosos para conhecer e refletir sobre essa relação com a fragilidade e dependência. Métodos: Envolveu 18 idosos com deficiência física cadastrados em duas unidades de Saúde da Família de Florianópolis. Utilizou-se entrevista, aplicação do Mini Exame do Estado Mental e Índice de Barthel Modificado. Resultados: Aplicando-se estatística descritiva, identificou-se que a média de idade foi de 76 anos, predomínio do sexo feminino (67%), alfabetizados (72%) e casados (44%). Em relação à capacidade funcional 55,6% apresentaram dependência leve. Em relação às dimensões de Barthel, a categoria com maior dependência foi “Subir Escadas” (67%) e a de menor foi “Controle esfincetriano intestino” (78%). Conclusões: Constatou-se que essa escala de avaliação funcional foi um importante instrumento que permitiu uma rápida análise das fragilidades e emergentes necessidades de saúde de um grupo de idosos com deficiência física.


Palavras-chave


Idoso; Saúde do Idoso; Envelhecimento; Enfermagem; Avaliação Geriátrica

Texto completo:

PDFA


DOI: http://dx.doi.org/10.12662/2317-3076jhbs.v2i4.106.p213-217.2014

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