Distribuição espacial das mortes atribuíveis ao uso de álcool no Brasil

Marilane Vilela Marques, Danyllo do Nascimento Silva Junior, Emelynne Gabrielly de Oliveira Santos, Samara Sybelle de Araújo Nobre Santos, Sandra Mara Bezerra das Neves, Ana Edimilda Amador

Resumo


Objetivo: analisar a distribuição espacial das mortes atribuíveis ao uso de álcool no Brasil. Métodos: estudo epidemiológico descritivo e analítico nos 5.570 municípios do Brasil, no período de 2012 a 2016. Analisaram-se a distribuição espacial, a intensidade e a significância por meio do índice de Moran Global, MoranMap, LisaMap e BoxMap. Resultados: no período estudado, houve 33.168 óbitos atribuíveis ao uso de álcool. Desses, foi observada uma maior proporção de óbitos para o sexo masculino nas faixas entre 40 a 59 anos. Os municípios que apresentaram as maiores taxas médias de mortalidade padronizadas por 100 mil habitantes foram Mata – RS (43,19), Pendências – RN (40,74), Uru – SP (36,43), Senhora do Porto – MG (35,77), Novo Alegre – TO (34,85), Arantina – MG (33,14) e Catuji – MG (32,71). O valor do Índice de Moran Global foi positivo e com significância estatística (p-valor=0,01). Evidenciou-se formação de clúster de alto/alto em municípios das regiões nordeste, sudeste e centro-oeste, enquanto foi verificada a presença de clúster de baixo/baixo nas regiões norte e sul do país. Conclusões: existe, no Brasil, um padrão de dependência espacial na distribuição das taxas de mortalidade atribuíveis ao uso do álcool


Palavras-chave


Mortalidade; Álcool; Distribuição espacial; Dependência espacial

Texto completo:

PDFA


DOI: http://dx.doi.org/10.12662/2317-3076jhbs.v8i1.2934.p1-11.2020

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