REGIME JURÍDICO DA GRATUIDADE PROCESSUAL NA TUTELA COLETIVA: ENTRE O ACESSO À JUSTIÇA E A PROTEÇÃO DE DIREITOS FUNDAMENTAIS

Between Access to Justice and the Protection of Fundamental Rights

Autores

DOI:

https://doi.org/10.12662/1809-5771ri.129.6089.p116-119.2025

Palavras-chave:

Tutela Coletiva, Gratuidade Processual, Despesas Processuais, Acesso à Justiça, Direitos Fundamentais

Resumo

O microssistema da tutela coletiva estabelece regime diferenciado de responsabilidade por despesas processuais, visando facilitar o acesso à justiça na defesa de direitos difusos, coletivos e individuais homogêneos. Este artigo examina as peculiaridades do sistema de gratuidade processual nas ações coletivas, analisando a responsabilidade provisória e definitiva dos legitimados, as exceções previstas para casos de litigância de má-fé, e os debates jurisprudenciais sobre a aplicabilidade do art. 91 do CPC/2015. Metodologicamente, adotou-se pesquisa exploratória e descritiva, de natureza aplicada, utilizando fontes bibliográficas e documentais, com método dedutivo de análise. Objetiva-se demonstrar que o regime de gratuidade constitui instrumento essencial para efetivação do acesso à justiça coletiva, embora persistam controvérsias sobre seus limites e aplicação. Conclui-se que o Superior Tribunal de Justiça consolidou entendimento no sentido da especialidade do microssistema coletivo, afastando a incidência das regras gerais do CPC quanto ao adiantamento de honorários periciais, salvo nas hipóteses de má-fé comprovada.

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Biografia do Autor

Nathalia Lima Pereira, unichristus

Professora Universitária, bacharela em Direito, mestra em Direito Constitucional.

Marcella Mourão de Brito, unichristus

Doutora em direito constitucional pela Unifor (2025). Mestre em direito processual pela Unichristus (2019). Advogada inscrita na Oab sob o nº23.459. professora universitária.

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Publicado

2025-11-28

Edição

Seção

Artigos Originais