Geração Z: relações de uma geração hipertecnológica e o mundo do trabalho

Mariana Maia Bezerra, Eduardo Carneiro Lima, Francisco Wilker Carneiro Brito, Ana Cristina Batista dos Santos

Resumo


Esta pesquisa tem como objetivo compreender as características da geração Z e suas percepções sobre trabalho em face do contexto hipertecnológico. Entrevistas semiestruturadas foram realizadas com quatro sujeitos, utilizando a técnica da análise temática de conteúdo para categorização das falas. Como resultados, foram identificados aspectos relacionados a características e a projeções de trabalho; percepções sobre tecnologia e seu uso no trabalho; além de confirmar alguns dos aspectos abordados pela literatura. A virtualidade na relação de formação causa um autodidatismo, refletindo na emergência de um novo trabalhador que, diferentemente do que aponta a literatura, não confia em realizar múltiplas atividades ao mesmo tempo, e que difere das demais gerações. Além disso, percebem-se novas dimensões às noções de tempo e espaço, permeadas pela hipertecnologia. Conclui-se com a defesa da recolocação da convivência multigeracional como caminho para lidar com as novas demandas do trabalho em contexto hipertecnológico com significações múltiplas para as gerações.


Palavras-chave


Geração Z; Tecnologia; Mundo do trabalho

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DOI: http://dx.doi.org/10.12662/2359-618xregea.v8i1.p136-149.2019

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