AS INCUBADORAS DE EMPRESAS E A VELOCIDADE DOS NOVOS NEGÓCIOS: A NECESSÁRIA QUEBRA DE PARADIGMAS ESTABELECIDOS

Laércio de Matos Ferreira

Resumo


O processo de incubação, no Brasil, como em diversos países, tem pontificado a geração de empreendimentos inovadores com altos índices de agregação tecnológica, desde o surgimento das primeiras incubadoras, na década de 1980. No entanto, a replicação dos sistemas de incubação, se por um lado tem propugnado tal avanço, por outro manteve paradigmas que hoje merecem reflexão e reformulação, à luz da interatividade das atuais dinâmicas de mercado e dos novos modelos de negócios. Em contrapartida, um fenômeno recente, as aceleradoras de negócios, têm preenchido as lacunas deixadas no processo de incubação em relação à velocidade na gestão e geração de novos empreendimentos. As reflexões e sugestões apresentadas neste ensaio, frutos de conversas mantidas durante eventos ligados às duas modalidades de indução à geração de empreendimentos inovadores, comprovam que as funcionalidades relativas à aceleração de negócios podem ser implementadas em incubadoras. Sugerem, por isso, a reformulação das práticas e regimentos relacionados ao processo de incubação. A expectativa é de que as modificações sirvam para elevar a velocidade de atendimento de projetos inovadores, contribuindo de forma ainda mais abrangente para o fomento ao desenvolvimento econômico do País.

Palavras-chave


Incubadoras; Aceleradoras; Paradigmas

Texto completo:

PDF


DOI: http://dx.doi.org/10.12662/2359-618xregea.v4i1.p110-118.2015

Direitos autorais 2016 Revista Gestão em Análise

Licença Creative Commons
Esta obra está licenciada sob uma licença Creative Commons Atribuição - Não comercial - Compartilhar igual 4.0 Internacional.
Unichristus 2016. Todos os direitos reservados.