El coste social de la eficiencia tecnológica
Inteligencia Artificial, discriminación invisible y la tutela de los derechos fundamentales
DOI:
https://doi.org/10.12662/2447-6641oj.v24i45.6424.pe6424.2026Palavras-chave:
Inteligencia Artificial, Estado de Derecho, discriminación algorítmica, derechos fundamentales, eficiencia tecnológicaResumo
Contexto: El uso generalizado de la Inteligencia Artificial (IA) representa un desafío sin precedentes al modelo tradicional de Estado de Derecho, impulsando una transición hacia un modelo de Estado algorítmico. En este nuevo escenario, la prioridad otorgada a la eficiencia tecnológica pone en grave riesgo derechos fundamentales consolidados.
Objetivos: Analizar las tensiones sociojurídicas derivadas de la automatización de decisiones, evaluando de manera rigurosa la resiliencia del ordenamiento constitucional español y del marco normativo europeo frente a la creciente indefensión algorítmica.
Metodología: Se emplea un análisis dogmático y sociojurídico de la Constitución Española, el Reglamento Europeo de IA (AI Act) y la incipiente labor de agencias supervisoras como la AESIA. El estudio se centra en el obstáculo técnico-jurídico de la caja negra y el sesgo algorítmico.
Resultados: Se evidencia un conflicto estructural entre los sistemas predictivos de alto riesgo y los derechos fundamentales. Destaca la vulneración de la intimidad por el procesamiento extractivista de datos y del principio de igualdad mediante una discriminación indirecta camuflada a través de variables subrogadas (proxies). Asimismo, la opacidad tecnológica, escudada en el secreto empresarial, genera una asimetría informativa para la ciudadanía.
Conclusiones: Es imperativo promover una reinterpretación constitucional garantista que consagre la transparencia algorítmica y la reserva de humanidad. La tutela judicial efectiva exige redefinir la gobernanza tecnológica, garantizando un control socio-legal y una supervisión humana ineludible sobre las decisiones automatizadas.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2026 Daniel Martínez Cristóbal

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International License.
Direitos Autorais e Licença
Conforme a política atual de submissão, os autores mantêm os direitos de suas obras e garantem à Revista Opinião Jurídica o direito de primeira publicação, ressalvados ainda os direitos comerciais pela editora (publisher) conforme os termos da licença não comercial utilizada. A Revista utiliza licença Creative Commons. As obras publicadas estão sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International License (CC-BY-NC-SA).
Esta licença permite aos reutilizadores distribuir, remixar, adaptar e desenvolver o material em qualquer meio ou formato apenas para fins não comerciais, e somente se a atribuição for dada ao criador. Se você remixar, adaptar ou desenvolver o material, deverá licenciar o material modificado sob termos idênticos. A CC BY-NC-SA inclui os seguintes elementos:
BY: o crédito deve ser dado ao criador.
NC: apenas usos não comerciais da obra são permitidos.
SA: as adaptações devem ser compartilhadas sob os mesmos termos.
DAS RESPONSABILIDADES
Ao submeter(em) artigo de sua lavra, o autor (e co-autores, se houver) assume(m), por este ato, a responsabilidade exclusiva pela integralidade do conteúdo da obra de sua autoria. Dessa forma, quaisquer medidas judiciais ou extrajudiciais concernentes ao seu conteúdo serão de sua inteira responsabilidade.
Parágrafo único. Em caso de pluralidade de autores, considera-se solidária a responsabilidade, ressalvadas as provas em contrário.























