Editorial

Laodicéia Amorim Weersma, Arnaldo Fernandes Matos Coelho

Resumo


Em meio ao contexto socioambiental que tende a se tornar cada vez mais complexo, novos modelos de produção e distribuição de bens materiais e simbólicos afloram nos debates acadêmicos e empresariais; em especial, as questões relacionadas à ruptura de modelos pautados basicamente pela lógica concorrencial e individualista. Nesse aspecto, acreditamos que as práticas colaborativas passam a ser um dos pilares para ultrapassarmos as fronteiras limitadoras, gerando soluções para diversos problemas e, assim, obtendo ganhos de eficiência e eficácia que permitem frutos de bem-estar social, vis-à-vis a equidade e a sustentabilidade ambiental. Segundo Ferreira (2018), a colaboração caracteriza-se como um processo recursivo em que duas ou mais pessoas ou organizações trabalham juntas para realizar objetivos comuns, pelo compartilhamento de conhecimento, aprendizagem e construção de consenso. Os avanços tecnológicos potencializaram essa atividade de tal forma que permitem um raio de alcance extraordinário entre os profissionais que a realizam. [...]


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DOI: http://dx.doi.org/10.12662/2359-618xregea.v11i3.p5-6.2022

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